POMBO

São considerados animais sinantrópicos, isto é, não tem predadores naturais nas grandes cidades e se reproduzem com muita facilidade, causando problemas para o homem.

 

Os pombos são aves muito conhecidas por serem símbolo da paz, mas quando elas habitam ambientes urbanos podem oferecer um sério risco a saúde pública por serem vetores de doença como Salmonelose, Toxoplasmose, Dermatites, Alergias, Tuberculose avícola entre outras… 

 

Por isso os pombos são considerados pragas urbanas, devido as doenças e transtornos que podem causar. Para um controle de pombos eficaz é necessário cortar as fontes de alimentação das aves, evitando que restos de comida fiquem no chão, eliminar acessos para eventuais abrigos para construção de ninhos e manter a higiene do local.

 

Os pombos encontram nas cidades as condições perfeitas para viver e se reproduzir. Com abundância de alimento e abrigo, as aves infestam cada vez mais os espaços urbanos, o que é um grande risco pois são animais que transmitem doenças e algumas delas graves.

MORCEGO

HÁBITOS

Os morcegos são os únicos mamíferos que possuem capacidade de voar devido à transformação de seus braços em asas.

 

Existem atualmente quase 1.000 espécies de morcegos, cerca de um quarto da fauna de mamíferos do mundo. Geralmente os morcegos saem de seus abrigos ao entardecer ou no início da noite e se comunicam e voam orientados por sons de alta freqüência (eles emitem ultra-sons que ao encontrarem um obstáculo, retornam em forma de ecos que são captados pelos seus ouvidos possibilitando sua orientação), além de utilizarem também a visão e o olfato.

 

A alimentação dos morcegos varia conforme a espécie, assim, existem os que se alimentam de frutos (frugívoros), outros de néctar das flores (nectarívoros), insetos (insetívoros), sangue (hematófagos).

 

Os morcegos em geral ficam abrigados durante o dia em locais como: cavernas, ocos de árvore, edificações (juntas de dilatação de prédios, porões, sótãos, cumeeiras sem vedação), folhagens, superfície de troncos e ocos de árvore, etc).

 

CICLO DE VIDA

Como todo mamífero, os filhotes dos morcegos são gerados dentro do útero de suas mães. Apresentam uma gestação de 2 a 7 meses, dependendo da espécie, e, geralmente, um filhote por gestação.

 

Logo após nascer, algumas mães costumam carregar seus filhotes em vôos de atividade noturna. Nos primeiros meses, os filhotes são alimentados com leite materno e, gradativamente começam a ingerir o mesmo alimento dos adultos.

 

Os morcegos insetívoros, habitualmente, possuem um pico de reprodução que ocorre no período mais quente do ano (primavera e verão), quando os insetos são mais abundantes, já no caso dos frugívoros, a reprodução está associada à frutificação das plantas que lhe servem de alimento, ocorrendo em diferentes épocas do ano.

Os morcegos tem uma expectativa de vida alta, variando de 10 a 30 anos (algumas espécies insetívoras).

 

RISCO À SAÚDE

Todos os morcegos, independente do seu hábito alimentar, podem morder se forem indevidamente manipulados ou perturbados. Se estiverem infectados, podem transmitir a raiva que é uma doença sempre fatal, na ausência de tratamento apropriado. Portanto, deve-se evitar o contato direto com estes animais. Cabe ressaltar que os morcegos também adquirem a raiva e podem apresentar mudanças em seu comportamento, como: atividade alimentar diurna, hiperexcitabilidade, agressividade, tremores, falta de coordenação dos movimentos, contrações musculares e paralisia, no caso dos morcegos hematófagos. Já nos não hematófagos ocorre paralisia sem agressividade e excitabilidade, sendo encontrados, geralmente, em locais não habituais. Entretanto, todos os morcegos infectados vem a óbito.

 

Podem ser encontrados nos morcegos ou em suas fezes (acumuladas nos abrigos diurnos), vários agentes patogênicos (vários tipos de bactérias, fungos e vírus). Entre estes, podemos citar a presença de fungos, os quais se desenvolvem nas fezes de aves e morcegos, e que podem causar a histoplasmose (infecção respiratória).

 

MEDIDAS PREVENTIVAS

Nunca se deve tocar nos morcegos que eventualmente entrem em casa ou apareçam caídos no jardim, visto que os morcegos, para se defender podem morder.

 

A presença de morcegos em edificações, principalmente de insetívoros, pode ocasionar acúmulo de fezes, causando odores desagradáveis e característicos além de poder causar doenças como as citadas acima. Deve-se portanto, vedar juntas de dilatação de prédios, espaços existentes entre telhas e parede, bem como cumeeiras; colocar vidros e portas em porões, enfim manter adequadamente esses locais para evitar que sirvam de abrigo para morcegos. Após a vedação, a sujeira existente no local deverá ser umedecida, removida e acondicionada em saco de lixo, por pessoa protegida, com luvas e máscaras ou pano úmido sobre o nariz e boca.

 

No caso de ocorrer um acidente onde a pessoa entrou em contato com o morcego, deverá procurar orientação médica imediata nas Unidades que realizam tratamento anti-rábico humano.

 

Para o controle de pombos e morcegos, a DD.Ita só trabalha com produtos de alto padrão de qualidade e conta com profissionais experientes, garantindo assim um serviço acima de média. Todas as metodologias são aplicadas sem eliminar animais da espécie, o controle é feito impedindo-os de se abrigarem.

Como estamos situados em Itaboraí, cobrimos todos os municípios em torno e a Cidade do Rio de Janeiro.

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