MOSCA

Dentre as diversas pragas que adaptaram-se perfeitamente ao habitat e ao convívio humano, as moscas sinantrópicas ocupam papel de destaque, principalmente pela sua importância no que diz respeito à transmissão de doenças, tais como diarréia, conjuntivite, lepra, tuberculose, etc. e transporte de vírus e bactérias.

 

Musca domestica (mosca doméstica, mosca comum) é encontrada em todo o mundo e um importante vetor de doenças, como já foi citado anteriormente. 

 

A transmissão se dá pelo contato, pois estes insetos são atraídos pelo lixo orgânico, animais em decomposição e até mesmo fezes humanas.

MOSQUINHA DE RALO

Quem já não se deparou com umas mosquinhas minúsculas, com asas que lembram trevos e que ficam aderidas às paredes de cozinhas e banheiros? Estamos falando da Psychoda alternata (mosquinha do ralo, do banheiro) e que causam desconforto quando sua presença é notada.

 

Não se tem notícias quanto à transmissão de doenças, mas por viverem em ralos, podem eventualmente transportar vírus e bactérias de um local ao outro. Uma medida profilática contra sua presença é sempre manter ralos de pias de banheiros e cozinhas sempre limpos, e se necessário, utilizar na limpeza cloro ou água sanitária.

MOSQUITO

Os mosquitos são insetos que existem há mais de trinta milhões de anos. Tudo indica que ao longo desses anos os mosquitos se dedicaram a aperfeiçoar suas habilidades ao ponto de serem agora especialistas em encontrar pessoas para picar. Um mosquito tem uma verdadeira bateria de sensores projetados para rastrear a presa, como :

 

- Sensores Químicos

Os mosquitos são sensíveis ao dióxido de carbono e ao ácido láctico a uma distância de 36 metros. Os mamíferos e os pássaros liberam esses gases como parte do processo normal de respiração. Certos produtos químicos no suor também atraem os mosquitos (as pessoas que não transpiram muito não recebem tantas picadas);

 

- Sensores Visuais

Se as roupas constratarem com o ambiente e, principalmente, se os mosquitos perceberem movimentos associados à roupa, as picadas são certas. Eles apostam que qualquer movimento é sinal de "vida", com bastante sangue disponível no local em que ele ocorre;

 

- Sensores de Calor

Mosquitos podem detectar o calor e encontrar mamíferos e pássaros de sangue quente com muita facilidade à curta distância.
 

Algo com esses muitos sensores faz com que se pareçam mais com aeronaves militares do que com um inseto. Está aí o motivo pelo qual os mosquitos acham e picam com tanta eficiência. Uma das únicas formas de evitar que os mosquitos lhe encontrem é confundir seus receptores químicos passando algo como Deet (N,N-Dietilmeta-Toluamida, repelente). Assim como o de todos os insetos, o corpo de um mosquito adulto é composto de três partes:


- Cabeça

Onde estão todos os sensores, juntos com o aparato para as picadas, a cabeça tem dois olhos compostos, uma antena para detecção de produtos químicos e as partes da boca, chamadas palpos e a tromba (somente as fêmeas tem trombas, ou probosscis, para picar);

 

- Tórax

Segmento onde se encontram fixadas as duas asas e as seis pernas, contém os músculos de vôo, o coração composto, alguns gânglios de células nervosas e traquiolos;

- Abdômen

Este segmento contém os órgãos digestivos e excretores

A palavra "Mosquito" é o equivalente em português para "Little Fly" e seu uso data de 1583 na América do Norte (Os europeus chamam os mosquitos de "Gnats"). Os mosquitos pertencem à ordem diptera, moscas verdadeiras. Os mosquitos são como moscas quanto às asas, mas, ao contrário delas, as asas têm escamas, as pernas são longas e as fêmeas têm parte da boca proeminente, ou possuem uma proboscis (tromba, em latim), para perfumarem a pele da pessoa atacada.

PERNILONGO

Insetos hematófagos cada vez mais presentes nas cidades brasileiras. O pernilongo é um inseto totalmente adaptado ao ambiente urbano. Acúmulo de lixo, restos de material de construção e ambientes escuros e úmidos facilitam a proliferação dos pernilongos nas edificações humanas.

 

O mosquito da espécie Culex quinquefasciatus, conhecido como pernilongo ou muriçoca, é bem mais comum nas cidades brasileiras que o Aedes, embora não seja um vetor de doenças tão poderoso.

 

O Aedes chama a atenção pela capacidade de adaptar-se e resistir às adversidades, o que o faz viver mais que a média dos mosquitos e carregar os vírus na saliva por mais tempo. Ao contrário do pernilongo, o 'mosquito da dengue' tem hábitos de alimentação flexíveis e pode picar de noite ou de dia.

 

Mas apesar de não carregar tantas doenças, o Culex transmite, por exemplo, febre do Nilo Ocidental, febre de Mayaro e encefalite de Saint Louis.

 

Atualmente, o que se sabe de concreto é que o pernilongo transmite doenças sérias, mas sem a atual abrangência da dengue ou da zika.

 

AEDES AEGYPTI

A primeira identificação do Aedes aegypti (nome científico do mosquito vetor transmissor da dengue) foi realizada no Egito, em épocas remotas e desde então, a doença adquiriu papel de destaque no cenário brasileiro e que vem crescendo assustadoramente no Brasil, causando inclusive dezenas de mortes em todo território nacional. A teoria mais aceita e consistente de sua introdução no Brasil é de sua chegada através do intenso intercâmbio marítimo a que fomos submetidos no início de nossa colonização.

 

Ao longo do tempo, o inseto se adaptou rapidamente e hoje é considerado um caso de saúde pública. Diversas são as razões para esta proliferação: falta de saneamento básico, presença de água parada em caixas d’ água descobertas, pneus, garrafas e etc. e ainda a falta de informação da população.

Como estamos situados em Itaboraí, cobrimos todos os municípios em torno e a Cidade do Rio de Janeiro.

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